AUTORRETRATO - ELEMENTOS PICTÓRICOS DO DESENHO
O autorretrato é uma forma de estudo anatômico, embora alguns
deles apresentem alegorias, caricaturas e também expressem condições emocionais
específicas. Para Joana de Vilhena Novaes, o autorretrato é um instantâneo do momento em que o sujeito se encontra, mas não por muito tempo. Em última análise, pode-se traduzi-lo como uma metáfora da contemporaneidade e suas identidades nômades.
"No retrato que me faço
- traço a
traço -
às vezes
me pinto nuvem,
às vezes
me pinto árvore...
às vezes
me pinto coisas
de que
nem há mais lembrança...
ou coisas
que não existem
mas que
um dia existirão...
e, desta
lida, em que busco
- pouco a
pouco -
minha
eterna semelhança,
no final,
que restará?
Um
desenho de criança..."
(Mário Quintana)
Este
projeto, desenvolvido pelo prof. Denis Anhezini com os alunos de 6º a 9º ano, busca
promover o contato com o desenho artístico de uma maneira ampla, desenvolvendo
noções de equilíbrio, proporcionalidade, tipos de traços, matizes, luz, sombra
e construção facial.
PROJETO - RESPONSABILIDADE SUSTENTÁVEL
No dia 21 de setembro é comemorado no
Brasil o dia da árvore! Sua principal função é conscientizar a sociedade sobre
a preservação desse bem tão precioso.
A data foi escolhida em razão do início
da primavera, no dia 23 de setembro, momento em que ocorre o reflorescimento da
flora terrestre. A árvore é o símbolo maior da natureza e uma das nossas
riquezas naturais, fundamental para a vida na terra, seja pelo aumento da
umidade do ar, pelo processo de fotossíntese e pela preservação da vida animal.
Sendo assim, a E.E. Antônio Augusto, na
semana que abarca o dia da árvore, realizou a distribuição de mudas de Ipês, Oitis
e Resedás, arvores estás, possíveis de plantio na escola e na
comunidade. Esta conscientização vem acompanhada de
um Projeto de Sustentabilidade e concomitante despertar ambiental.
Os alunos predispostos cuidarão das
mudas plantadas fora da escola, até que estas atinjam a plenitude, já que, em virtude
da expansão urbana, muitas árvores tem sido exterminadas,
resultando em grandes áreas desmatadas na cidade. Nosso agradecimento especial à Profa. Ana Cláudia Cazarotti pelo empenho e colaboração.
Confira algumas fotos!
Confira algumas fotos!
RADIONOVELA - SALA DE LEITURA
Radionovela: "Dom Casmurro".
Projeto realizado pela Profa. Juliana Fracarolli em parceria com os alunos do terceiro ano do ensino médio.
Conheça mais sobre a história da radionovela no site:
https://gruporadiopp.wordpress.com/tag/radio-novela/
O EDUCADOR DO SÉC. XXI
Já faz muito tempo que ser educador era considerado um sacerdócio, uma
vocação, uma missão e por aí afora, nos dias de hoje, a educação é sinônimo de
desafio.
Os tempos mudaram, a tecnologia chegou e, infelizmente os valores
éticos, morais e religiosos foram deixados de lado e aí o caos se estabeleceu
na área da educação. Dentro de uma escola, a diversidade é tão grande que quem
não tiver jogo de cintura tem que procurar uma outra profissão. A diversidade
não se restringe apenas à clientela de alunos e pais que fazem parte da
comunidade escolar, mas também aos professores que podem estar muito ou pouco
preparados para enfrentarem o ambiente de uma sala de aula.
Nos bastidores,
existem as estrelas, os que querem se impor sobre outros, os que são sempre do
contra, os que arregaçam as mangas e vestem realmente a camisa da escola, os
que nunca querem mudar ou nunca estão contentes com nada, enfim, o entrave para
a educação hoje se chama trabalho em equipe.
Quando se lida com uma quantidade
grande de professores dentro de uma escola, às vezes, a disputa de egos é maior
do que a real necessidade dos alunos. As escolas que têm um corpo docente unido
e trabalhando em equipe, são aquelas que alcançam os melhores resultados e saem
fortalecidas através das avaliações externas.
Ser professor hoje é estar
consciente que o salário não é atrativo, que a clientela é muito difícil, que
as escolas podem não ter todos os recursos didáticos pedagógicos que
facilitariam a aprendizagem dos alunos, que o corpo docente pode não ser uma
equipe unida em torno de um denominador comum, é se contentar com os poucos
frutos que serão colhidos no final do processo educativo e que vai ser muito
difícil acordar para iniciar o dia seguinte tudo de novo, mas que as pequenas
conquistas do dia a dia serão alento para não desistir dessa árdua profissão de
ser professor que ainda se sustenta porque o amor continua superando todas as
adversidades e dificuldades do ambiente escolar.
Por Maria Lúcia Barbieri.
Maria Lúcia Barbieri é professora de Ciências na rede pública de
ensino, Bacharel em Ciências Biológicas, com Licenciatura em Ciências,
Pedagogia e Química, além de Mestrado em Ciências Biológicas pela Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras da USP/RP.
AGENDA AMBIENTAL 2015 - PROGRAMA NASCENTES
Assinar:
Postagens (Atom)
































