PROJETO - RESPONSABILIDADE SUSTENTÁVEL

No dia 21 de setembro é comemorado no Brasil o dia da árvore! Sua principal função é conscientizar a sociedade sobre a preservação desse bem tão precioso.

A data foi escolhida em razão do início da primavera, no dia 23 de setembro, momento em que ocorre o reflorescimento da flora terrestre. A árvore é o símbolo maior da natureza e uma das nossas riquezas naturais, fundamental para a vida na terra, seja pelo aumento da umidade do ar, pelo processo de fotossíntese e pela preservação da vida animal.

Sendo assim, a E.E. Antônio Augusto, na semana que abarca o dia da árvore, realizou a distribuição de mudas de Ipês, Oitis e Resedás, arvores estás, possíveis de plantio na escola e na comunidade. Esta conscientização vem acompanhada de um Projeto de Sustentabilidade e concomitante despertar ambiental. 

Os alunos predispostos cuidarão das mudas plantadas fora da escola, até que estas atinjam a plenitude, já que, em virtude da expansão urbana, muitas árvores tem sido exterminadas, resultando em grandes áreas desmatadas na cidade. Nosso agradecimento especial à Profa. Ana Cláudia Cazarotti pelo empenho e colaboração. 

Confira algumas fotos! 

















RADIONOVELA - SALA DE LEITURA

Radionovela: "Dom Casmurro".
Projeto realizado pela Profa. Juliana Fracarolli em parceria com os alunos do terceiro ano do ensino médio.





Conheça mais sobre a história da radionovela no site:
https://gruporadiopp.wordpress.com/tag/radio-novela/

O EDUCADOR DO SÉC. XXI




Já faz muito tempo que ser educador era considerado um sacerdócio, uma vocação, uma missão e por aí afora, nos dias de hoje, a educação é sinônimo de desafio. 

Os tempos mudaram, a tecnologia chegou e, infelizmente os valores éticos, morais e religiosos foram deixados de lado e aí o caos se estabeleceu na área da educação. Dentro de uma escola, a diversidade é tão grande que quem não tiver jogo de cintura tem que procurar uma outra profissão. A diversidade não se restringe apenas à clientela de alunos e pais que fazem parte da comunidade escolar, mas também aos professores que podem estar muito ou pouco preparados para enfrentarem o ambiente de uma sala de aula. 

Nos bastidores, existem as estrelas, os que querem se impor sobre outros, os que são sempre do contra, os que arregaçam as mangas e vestem realmente a camisa da escola, os que nunca querem mudar ou nunca estão contentes com nada, enfim, o entrave para a educação hoje se chama trabalho em equipe. 

Quando se lida com uma quantidade grande de professores dentro de uma escola, às vezes, a disputa de egos é maior do que a real necessidade dos alunos. As escolas que têm um corpo docente unido e trabalhando em equipe, são aquelas que alcançam os melhores resultados e saem fortalecidas através das avaliações externas. 

Ser professor hoje é estar consciente que o salário não é atrativo, que a clientela é muito difícil, que as escolas podem não ter todos os recursos didáticos pedagógicos que facilitariam a aprendizagem dos alunos, que o corpo docente pode não ser uma equipe unida em torno de um denominador comum, é se contentar com os poucos frutos que serão colhidos no final do processo educativo e que vai ser muito difícil acordar para iniciar o dia seguinte tudo de novo, mas que as pequenas conquistas do dia a dia serão alento para não desistir dessa árdua profissão de ser professor que ainda se sustenta porque o amor continua superando todas as adversidades e dificuldades do ambiente escolar.

Por Maria Lúcia Barbieri. 


Maria Lúcia Barbieri é professora de Ciências na rede pública de ensino, Bacharel em Ciências Biológicas, com Licenciatura em Ciências, Pedagogia e Química, além de Mestrado em Ciências Biológicas pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP/RP. 


AGENDA AMBIENTAL 2015 - PROGRAMA NASCENTES


Início das atividades da agenda ambiental 2015, Programa Nascentes. Parabéns aos alunos e à professora orientadora Elô Mendonça!













POR DENTRO DAS CÉLULAS



Construção de maquetes de células animal e vegetal, contemplando todas as organelas. Atividade realizada pelos alunos do 2º ano do ensino médio, sob orientação da profa. Natália Vieira!




PAULO FREIRE - VIDA E OBRA



Paulo Freire nasceu em 1921 em Recife, numa família de classe média. Com o agravamento da crise econômica mundial iniciada em 1929 e a morte de seu pai, quando tinha 13 anos, Freire passou a enfrentar dificuldades econômicas. Formou-se em direito, mas não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional para o magistério. Suas ideias pedagógicas se formaram da observação da cultura dos alunos - em particular o uso da linguagem - e do papel elitista da escola. Em 1963, em Angicos (RN), chefiou um programa que alfabetizou 300 pessoas em um mês. No ano seguinte, o golpe militar o surpreendeu em Brasília, onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes de se exilar. Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, Pedagogia do Oprimido. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária. Filiou-se ao Partido dos Trabalhadores e, entre 1989 e 1991, foi secretário municipal de Educação de São Paulo. Freire foi casado duas vezes e teve cinco filhos. Foi nomeado doutor honoris causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de enfarte. 

Paulo Freire foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno. Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil. Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos. "Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/paulo-freire-300776.shtml